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terça-feira, 19 de outubro de 2010

Ex-pensador FHC será Leiloeiro-Geral da República no governo do pres. Zezinho

TIA CARMELA E O ZEZINHO

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O Mais Preparado dos Brasileiros sabe reunir em torno de si o melhor que a UDN tem a oferecer aos seus patrões.

Por isso, o Presidente de Nascença já decidiu que dará um cargo importante ao ex-sabetudo FHC, atualmente curtindo sua aposentadoria na Caverna do Ostracismo, fundos.

Segundo fontes da diocese de Guarulhos, o ex-intelectual FHC deverá assumir o cargo de Leiloeiro-Geral da República, com status de Ministro Plenipotenciário.

Essa função será uma das mais importantes do futuro governo do Presidente de Nascença, rivalizando apenas com o Comissariado-Geral para os Bons Costumes, que deverá ser entregue a alguém bem próxima do Maior dos Brasileiros.

Como Leiloeiro-Geral da República, o ex-sabichão FHC será responsável pelo Programa Brasil em Fatias, carro-chefe do revolucionário governo do Almirante do Tietê.  O programa deverá fatiar o Brasil em fatias bem grossas e vendê-las a investidores estrangeiros associados aos amigos, filhos e filhas das principais lideranças udenistas.

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O ex-gênio FHC começou a exercer suas atividades neste domingo, fazendo uma conferência de instrução aos futuros clientes  do exterior, no Hotel das Cataratas, em Foz do Iguaçu. 

Na sua douta conferência,  o ex-CDF FHC assegurou aos fregueses que dinheiro não será problema, pois o produto sairá baratinho e com financiamento do BNDES, tendo como agente financeiro as Casas Bahia.

Boatos infundados

Fontes ligadas ao comunismo internacional matador de criancinhas tentaram criar mais um factóide contra o Mais Patriota dos Brasileiros.

Afirmaram que, no mesmo horário em que o savant FHC falava aos investidores estrangeiros, o Presidente de Nascença discursava, no debate da RedeTV, afirmando que não irá privatizar nada e fortalecerá a Petrobrás e o Banco do Brasil.

O jornalista Merdoval Pedreira desmentiu o fato: o discurso do pres. Zezinho foi uma alucinação coletiva televisionada pelo submundo da campanha petista. Portanto, trata-se de uma notícia totalmente descabida.

Comentário da tia Carmela

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O Zezinho tinha um amiguinho chamado Fernandinho, quando era criança, na Mooca. Era um menino uns anos mais velho que o Zezinho, que gostava muito dele. O Zezinho dizia que, quando crescesce, queria ser igual ao Fernandinho. O tal Fernandinho tinha uma vocação para mascate, adorava vender coisas.  Uma vez, formaram um time de futebol lá na rua. Fizeram uma rifa, com o dinheiro compraram uma bola de capotão e um jogo de camisas. O Fernandinho ficou responsável por guardar o material. Um dia, o Zezinho ficou sabendo que os meninos da rua de cima queriam fazer um time, também. Contou para o Fernandinho e foram os dois falar com os meninos da outra rua. E venderam o jogo de camisas e a bola de capotão pra eles, sem falar com os amiguinhos. Até hoje ninguém sabe direito por quanto venderam, e aonde foi parar o dinheiro. Tem gente que diz que eles trocaram tudo por duas mariolas e um cigarro Yolanda…

Ex-pensador FHC será Leiloeiro-Geral da República no governo do pres. Zezinho « TIA CARMELA E O ZEZINHO

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Petrobras inicia até o fim do mês exploração comercial do petróleo do pré-sal

eblog da Dilma:
outubro 18th, 2010 |  Autor: Jussara Seixas

A Petrobras inicia no fim deste mês a exploração comercial do petróleo da camada pré-sal. O presidente da estatal, José Sergio Gabrielli, afirmou nesta segunda-feira (18) que as operações comerciais no Campo de Tupi devem começar entre os dias 27 e 28.

O anúncio foi feito após a inauguração de novas unidades da Refinaria Henrique Lage (Revap), em São José dos Campos (SP). A cerimônia contou com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Segundo Gabrielli, a exploração experimental de Tupi começou em maio. Atualmente, são extraídos do campo cerca de 14 mil barris de petróleo por dia. Com o início da exploração comercial, a extração pode chegar a 100 mil barris por dia. “Claro que isso não será obtido logo no início, mas é a capacidade”, disse Gabrielli.

O presidente da Petrobras também falou sobre a queda no preço das ações da companhia verificada nos últimos meses. Segundo ele, o motivo foi a taxação dos investimentos estrangeiros imposta pelo governo para conter a desvalorização do dólar e não por desconfiança dos investidores no processo de capitalização da estatal.

“As ações caíram essencialmente no momento em que grandes investidores quiseram usar uma brecha da mudança do IOF [Imposto Sobre Operações Financeiras]“, justificou. “Quando aumentou o imposto, existia a possibilidade de você vender os investimentos em ações, transformá-los em reais e comprar títulos de renda fixa. No momento em que isso foi alterado, as ações voltaram se recuperar.”

Agência Brasil

Petrobras inicia até o fim do mês exploração comercial do petróleo do pré-sal

FHC ESTÁ ACERTANDO A VENDA DO BRASIL EM FOZ DO IGUAÇU

Publicado pelo Blog redecastorphoto:
domingo, 17 de outubro de 2010

Laerte Braga

(DESAFIO QUALQUER TUCANO OU ALIADO A DESMENTIR OS FATOS ABAIXO. A VENDA DO BRASIL PELAS COSTAS DO POVO BRASILEIRO – TUCANOS SÃO CORRUPTOS E TRAIDORES)

Neste momento que escrevo, domingo, 21h31m, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso está falando, em inglês, para 150 investidores estrangeiros no Hotel das Cataratas, em Foz do Iguaçu.

O evento é fechado, a fala de FHC está se dando em um jantar e o assunto é a privatização da PETROBRAS, de ITAIPU e do BANCO DO BRASIL, além de outras “oportunidades” de negócios no Brasil.

FHC está assumindo com os empresários o compromisso de venda dessas empresas em nome de José FHC Serra.

A idéia inicial dos organizadores de realizar o evento no Hotel Internacional foi afastada para evitar presença de jornalistas.

Cada um dos investidores recebeu uma pasta com dados sobre o Brasil, artigos de jornais nacionais e internacionais e descrição detalhada do que José FHC Serra vai vender se for eleito.

E além disso os investidores estão sendo concitados a contribuir para a campanha de José FHC Serra, além de instados a pressionar seus parceiros brasileiros e a mídia privada a aumentar o tom da campanha contra Dilma Roussef.

Segundo FHC disse a esses empresários logo após ser apresentado pelo organizador do evento, “se deixarmos passar a oportunidade agora jamais conseguiremos vender essas empresas”.

Para o ex-presidente é fundamental a participação desses grupos na reta final de campanha. A avaliação de FHC é que a campanha de Dilma sofreu um golpe com a introdução do tema religioso (o que foi deliberado pelos tucanos para desviar a atenção das pessoas dos reais objetivos do candidato José FHC Serra). É preciso, na concepção do ex-presidente arrematar o processo derrotando a candidata e impedindo-a de respirar nessa reta final.

O acordo com empresários internacionais em Foz do Iguaçu envolve a instalação de uma base militar norte-americana na região, desejo antigo dos governos dos Estados Unidos.

O corretor da venda do Brasil, FHC, com toda certeza, está acertando também a comissão (propina) a ser paga caso o negócio venha a se concretizar, ou seja, a eleição de José FHC Serra.

Para o ex-presidente também não há grandes problemas com a mídia privada “sob nosso controle”, mas é preciso evitar a divulgação de notícias mesmo que sejam pequenas ou de pequenos fatos e que possam prejudicar o projeto de venda do Brasil.

Esse tipo de evento, essa fala de FHC é característica da fala de agente estrangeiro e mostra a desfaçatez tucana em relação ao Brasil e aos brasileiros.

No mesmo momento em que o corrupto e venal José FHC Serra debate com Dilma Roussef na REDE TEVÊ e fala sobre trololós petistas, FHC, seu mentor e principal corretor de vendas de empresas públicas brasileiras, negocia traiçoeiramente a entrega de patrimônio público a esses investidores.

É a opção que os brasileiros temos diante de nós.

Ou caímos de quatro e abrimos mão de nossa soberania ou resistimos e rejeitamos a quadrilha tucana. 

Desafio qualquer tucano, qualquer DEM, qualquer pilantra tipo Roberto Freire, quem quer que seja, a desmentir esse fato. O evento em FOZ DO IGUAÇU e sua natureza, a venda do BRASIL!
(continuo desafiando tucanos traidores a desmentir o negócio que está sendo feito em FOZ DO IGUAÇU) 23:39h de 17 de outubro de 2010
Mais nomes de participantes do evento, as notícias chegam a conta gotas, pois os traidores montaram um esquema de segurança para evitar que a venda do Brasil possa ser testemunhada por cidadãos decentes.
Aí vão.
Raphael Ekmann
Alice Handy
Keith Johnson
Anjum Hussain, CFA, CAIA

O organizador do evento é Raphael Eckmann - Investor Relations at Tarpon Investment Group São Paulo e região, Brasil

Experiência de Raphael Eckmann
Investor Relations
Tarpon Investment Group
(Setor Serviços financeiros)
No momento ocupa este cargo
Commercial Manager
Globosat

(Setor Serviços financeiros)
2003 — 2007 (4 anos ) 

O agente estrangeiro que organizou o evento em Foz do Iguaçu, Hotel das Cataratas, onde FHC está acertando a venda da PETROBRAS, de ITAIPU e do BANCO DO BRASIL é RAFHAEL EKCMANN, que no momento ocupa o cargo de COMMERCIAL MANAGER da GLOBOSAT (serviços financeiros).
A GLOBO está no meio, é sócia do grupo MURDOCH na GLOBOSAT.
E enquanto isso José FHC Serra vai mentindo e distraindo o povo brasileiro. FHC comete a traição pelas costas e seu pupilo mente na REDE TEVÊ. O ex-presidente continua falando aos investidores no jantar no Hotel das Cataratas.
É um fato grave, um ato de traição.
A propósito disso não custa lembrar que em 2002 o então presidente FHC mandou o BNDES dar à GLOBO 250 milhões de dólares numa assembléia de aumento de capital da GLOBOSAT, além de encaminhar ao Congresso a proposta de participação de capital estrangeiro em empresas de rádio e televisão, como parte do acordo para que a rede apoiasse José FHC Serra.
Estão de volta os bandidos. Tentando tomar o Brasil a qualquer custo.

Postado por Castor Filho às 22:37:00

redecastorphoto: FHC ESTÁ ACERTANDO A VENDA DO BRASIL EM FOZ DO IGUAÇU

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

"Política de FHC era nociva à Petrobras", diz Gabrielli

Economia - iG

Em entrevista ao iG, presidente da estatal diz que empresa "morreria, seria desmembrada e provavelmente privatizada"

Sabrina Lorenzi, iG Rio de Janeiro | 15/10/2010 19:42

O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, disse que a administração da estatal deve ser discutida durante as eleições presidenciais. Na última quarta-feira, Gabrielli divulgou nota na qual acusa o governo anterior de fatiar a empresa em várias unidades e querer privatizá-la. Nesta sexta-feira, em entrevista ao iG, Gabrielli não só manteve o teor da nota polêmica, como também detalhou o que chama de “plano de desmonte da Petrobras”.

E rebateu o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso, que reclamou da nota e pediu mais respeito de Gabrielli. “Eu não desrespeitei o presidente Fernando Henrique Cardoso de jeito nenhum. Eu disse apenas que a política que o governo dele orientou a Petrobras a fazer era nociva para a Petrobras. Era uma política que levaria à privatização e à inanição da Petrobras. E reafirmo minha posição”.

Leia, abaixo, trechos da entrevista.

Foto: Fabrizia Granatieri

Segundo Gabrielli, "se nós tivéssemos mantido (a gestão passada), a Petrobras morreria, seria desmembrada e provavelmente seria privatizada"

iG: O que o motivou para divulgar a nota em resposta às declarações do ex-diretor da ANP, David Zylbersztajn, na época do governo FHC?

José Sérgio Gabrielli: O País tem no petróleo e na energia dois vetores fundamentais para o crescimento. A maior empresa do País é a Petrobras. É a segunda ou terceira maior empresa do mundo na área do petróleo, dependendo do critério. A Petrobras tem o maior plano de investimentos do mundo para desenvolver petróleo, refino, biocombustíveis, gás e energia. E a Petrobras estava num período de silêncio por causa da capitalização, não podia falar. Todos falaram sobre a Petrobras menos a Petrobras. Então eu achei que era um momento de discutir o futuro da Petrobras. E discutir o futuro da Petrobras passa pela discussão sobre o modelo de negócio da Petrobras, de como se organiza a Petrobras. E aí eu fiz comparações, sim, entre os oito anos dessa atual diretoria – no início era José Eduardo (Dutra) na presidência e eu na diretoria financeira – com os oito anos anteriores e identifiquei alguns problemas na gestão anterior, que se nós tivéssemos mantido, a Petrobras morreria, seria desmembrada e provavelmente seria privatizada.

iG: O senhor pode detalhar isso?

Gabrielli: A área exploratória é a principal área de atuação numa empresa de petróleo, pois o petróleo precisa ser encontrado. Esta área estava diminuindo. Com a quebra do monopólio e com o processo de leilões, a Petrobras foi inibida, limitada a participar dos leilões para dar espaço para o setor privado. Se continuasse assim, morreria por inanição, porque não teria área de exploração, então morreria. Na atividade de refino, a Petrobras tem um sistema integrado de refino que estava sendo dividido em partes. A Petrobras estava sendo excluída do setor petroquímico e estava sendo separada em partes. Tinha sido o primeiro passo na criação da Refap (Refinaria Alberto Pasqualini); a Reduc (Refinaria Duque de Caxias) estava sendo preparada para ser repartida; as fábricas de fertilizantes estavam sendo preparadas para ser seccionadas; a estrutura de refino estava sendo estruturada em unidades de negócios onde cada refinaria era um unidade de negócio independente.

iG: O que mudou no governo atual? O que a gestão deste governo realizou de diferente?

Gabrielli: As refinarias não são mais empresas separadas. Quando chegamos, integramos, fortalecemos as funções corporativas. Quando chegamos, fortalecemos os sistemas entre as partes, enfraquecemos a exacerbação do conceito de unidade de negócios. Nós estabelecemos que a unidade de negócios está subordinada ao interesse corporativo. Nós fortalecemos o sistema Petrobras mais do que cada parte do sistema. Isso foi uma mudança fundamental no modelo de organização da companhia, que chegou agora ao limite máximo. Acabamos com as unidades de negócio e as transformamos nas unidades operacionais. Assim fica difícil privatizar o todo. Na medida em que se fatia, pode-se privatizar partes.

iG: Como associar tal modelo de fragmentação à privatização? Não é uma dedução?

Gabrielli: Qual a outra alternativa a isso? É uma dedução óbvia, sequencial, lógica. O que nós fizemos foi inverter isso, nós fortalecemos o sistema, nós fortalecemos a engenharia da Petrobras, a ciência e tecnologia na Petrobras, o desenvolvimento de pesquisa. Reforçamos o processo de admissão, a Universidade Petrobras, aumentamos o investimento em oito vezes nos últimos oito anos – eram de US$ 5 bilhões em 2003 e, em 2010, US$ 45 bilhões. Voltamos a ter uma participação ativa na petroquímica, no biodiesel, no etanol. Nós fizemos o contrário, ao invés de conter, fragmentar e partir. E essa é a perspectiva para o futuro. Porque o pré-sal é uma área com baixo risco exploratório. Só na bacia de Santos temos mais de 20 poços com sucesso total.

iG: O que poderá mudar na Petrobras se a oposição vencer, na sua opinião?

Gabrielli: Se voltarmos àquele modelo, a única alternativa é fatiar, fraccionar, quebrar, vender. Não tem outra alternativa.

iG: Qual a sua resposta para quem diz que o senhor entrou na campanha eleitoral?

Gabrielli: A resposta é que é campanha deles, eu defendi a Petrobras, defendi um programa para o País, um programa para o futuro da Petrobras e para o País. E quero discutir no mérito, não vou discutir no adjetivo.

Se é campanha eleitoral, se é lunático, para mim não é relevante, para mim é o mérito, o substantivo. Estou discutindo a exacerbação do conceito de unidade produtiva da Petrobras, de redução da capacidade exploratória, de limitação na capacidade de investimento, no modelo de contratação para gás e óleo, política de engenharia e desenvolvimento, política de pessoal, relacionamento com a sociedade, isso é um modelo de gestão da Petrobras, que acho que são temas relevantes para o País, que acho que são relevantes para o País, que deveriam ser discutidos na campanha eleitoral.

iG: O que o senhor diria ao presidente Fernando Henrique Cardoso, que pediu mais respeito do senhor por causa da nota em que o senhor o acusa de planejar a privatização da Petrobras?

Gabrielli: Eu não desrespeitei o presidente FHC de jeito nenhum. Eu disse apenas que a política que o governo dele orientou a Petrobras a fazer através do conselho de administração era política nociva para a Petrobras a meu ver, era uma política que levaria à privatização e inanição da Petrobras e reafirmo minha posição. Se ele me desconhece é porque ele provavelmente está fora do mundo. (Fernando Henrique teria indagado: ”Quem é esse Gabrielli”)

iG: Ele respondeu que não privatizaria a Petrobras ...

Gabrielli: Aliás, isso é uma coisa que está acontecendo nesta campanha. O candidato Serra anda falando coisa que não faz em São Paulo. É possível também que o Fernando Henrique Cardoso esteja falando, mas não fez isso, a ação dele não foi na direção de fortalecer a Petrobras. Ninguém pode dizer que ele fortaleceu a Petrobras.

"Política de FHC era nociva à Petrobras", diz Gabrielli - Economia - iG

Programa explica os riscos se Serra privatizasse o pré-sal

FHC conta no vídeo abaixo que Serra o convenceu a privatizar a Vale do Rio Doce e a Light. A Vale mesmo sem ter o mesmo crescimento da Petrobrás durante o Governo Lula, no 1º ano, pagou aos seus novos donos o que eles pagaram ao governo brasileiro. Os brasileiros não viram a cor do dinheiro. FHC e Serra venderam quase tudo o que tinha na casa e não conseguiram pagar as dívidas. Eles quase privatizaram a Petrobrás. Se o fizessem os donos estariam sorrindo hoje. Mas não se engane, tem muita gente graúda tentando dar um jeito para tornar esse sonho de poucos realidade.

Assessor de Serra quer privatizar o pré-sal

Carta Maior - Economia:

06/10/2010

Assessor de Serra quer privatizar o pré-sal

David Zylberstajn, ex-genro de Fernando Henrique Cardoso e assessor técnico para a área de energia da campanha de José Serra à Presidência da República, aconselhou o tucano a desistir da proposta do governo Lula de modificar o modelo de concessão de campos de petróleo para o modelo de partilha, no caso dos blocos do pré-sal. Além disso, criticou o aumento da participação do Estado na empresa. "Não tem que existir estatal comprando ou vendendo petróleo", disse. No governo FHC, Zylberstajn queria encolher a Petrobras, vendendo refinarias. E por pouco a empresa não passou a se chamar Petrobrax.

Redação

Matéria de Juliana Ennes, no jornal Valor Econômico , informa que David Zylberstajn, ex-genro de Fernando Henrique Cardoso e assessor técnico para a área de energia da campanha de José Serra à Presidência da República, aconselhou o tucano a desistir da proposta do governo Lula de modificar o modelo de concessão de campos de petróleo para o modelo de partilha, no caso dos blocos do pré-sal. Zylberstajn defende que o regime de concessões (para empresas internacionais) seja melhor não somente em termos de arrecadação, mas também na vantagem de antecipar o recebimento dos recursos.
O assessor de Serra disse ainda que a obrigatoriedade de que a Petrobras opere ao menos 30% de todos os blocos do pré-sal “traz um grande risco”. Entre outras questões, afirmou que seria “ruim para o Brasil” ficar preso à capacidade da Petrobras investir. O ex-presidente da Agência Nacional do Petróleo criticou o aumento da participação do Estado na empresa, retomando o discurso histórico do PSDB que defende a privatização da Petrobras. Para ele, “não tem que existir estatal comprando ou vendendo petróleo”. A coluna Toda Mídia, do jornal Folha de S.Paulo também citou as declarações do assessor, publicadas pelo Wall Street Journal.
As declarações de Zylberstajn atualizam as declarações feitas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a capitalização da Petrobras na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Na ocasião, Lula lembrou que se as riquezas tivessem sido descobertas em “outros tempos”, elas poderiam ter sido alienadas do Estado brasileiro. O presidente disse ainda que um Estado fraco nunca foi sinônimo de iniciativa privada forte e defendeu o planejamento do governo para exploração das reservas e futura utilização do dinheiro obtido com elas. Uma das metas, reafirmou Lula, será investir para que a educação pública tenha a mesma qualidade que as instituições de ensino privado.
O processo de capitalização da Petrobras foi justamente uma das salvaguardas utilizadas pelo governo para que os recursos gerados com o petróleo e o gás extraídos da camada pré-sal fossem investidos prioritariamente no país. Na contramão das afirmações do assessor de Serra, Lula defende que a capitalização da Petrobras serve como afirmação da empresa, de seus engenheiros e técnicos.
Em 2000, cabe lembrar, o governo Fernando Henrique Cardoso queria mudar o nome da Petrobras para Petrobax. O “x”, na avaliação do governo tucano, ajudaria a “captar dinheiro no mercado internacional”. A lógica dessa mudança também estava baseada na idéia de que “não deve existir estatal comprando ou vendendo petróleo”, bandeira histórica daqueles que pretendem privatizar a Petrobras.
Quando presidiu a ANP, Zylberstajn defendeu a redução do tamanho da empresa na economia brasileira. Conforme matéria da Folha de S.Paulo reproduzida acima, ele queria que a Petrobras vendesse parte de suas refinarias para aumentar a participação do capital privado no setor.

Carta Maior - Economia - Assessor de Serra quer privatizar o pré-sal

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